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Orchestral Manoeuvres in the Dark(O.M.D.)

Formado por Paul Humphreys e Andy McCluskey, o projecto britânico Orchestral Manoeuvres in the Dark (OMD) nasce no final dos anos 70 em Liverpool.
Paul e Andy começaram por tocar juntos ainda nos seus tempos de escola, em bandas como VCL XI, Hitlerz, Underpantz ou The Id. Após o desmembramento desta última em 1978, Andy McCluskey passa ainda pelos Dalek I Love You, até decidir, juntamente com Paul Humphreys e Paul Collister, formar os OMD.
O seu primeiro single é "Electricity", uma canção bem ao estilo das futuras composições da banda, fortemente influenciada pela pop e pelo som dos sintetizadores, e que é bastante bem sucedida, valendo-lhes mesmo um contrato discográfico com a DinDisc (uma subsidiária da Virgin).
Pouco depois ingressam no grupo o baterista Dave Hughes.
Em 1980 os OMD editam o seu álbum de estreia homónimo, seguido, no mesmo ano, por "Organisation", que incluía o hit-single "Enola Gay".
Pouco depois Hughes deixa a banda e para o seu lugar entra Martin Cooper.
Os trabalhos seguintes da banda, "Architecture and Morality" de 1981, "Dazzle Ships" de 1983 e "Junk Culture" de 1984, revelam uns OMD mais experimentais, explorando diferentes sonoridades.
Em 1985 surge "Crush", um disco gravado com dois novos membros, os irmãos Graham e Neil Weir. Este é o seu trabalho mais pop, atingindo maior sucesso nos EUA do que na sua terra natal, muito à custa do single "So In Love", que chega aos 26º posto das tabelas norte-americanas.
No mesmo ano os OMD editam "The Pacific Age", um novo sucesso em terras do «Tio Sam».
Pouco depois da edição do disco, os irmãos Weir deixam o grupo, seguidos, não muito tempo depois, por Malcolm Holmes, Martin Cooper e Paul Humphreys.
No entanto, Andy McCluskey não deixa o grupo cair, editando em 1991 o álbum "Sugar Tax".
Ao mesmo tempo, Humphreys forma um novo projecto intitulado Listening Pool.
"Sugar Tax", não tem, no entanto, a mesma receptividade dos anteriores trabalhos dos OMD, que entretanto regressam em 1993 com "Liberator", que se revela também novo fracasso comercial. Três anos depois os OMD estão de volta com "Universal".

Discografia(em breve):
  • Orchestral Manoeuvres in the Dark – 1980
  • Organisation – 1980
  • Architecture & Morality – 1981
  • Dazzle Ships – 1983
  • Peel Sessions - 1979 - 1983
  • Junk Culture – 1984
  • Crush – 1984
  • The Pacific Age – 1986
  • The Best of OMD – 1988
  • Sugar Tax – 1991
  • Liberator – 1993
  • Universal - 1996
  • The OMD Singles - 1998

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